Esqueça os cremes antienvelhecimento! Esta criatura reverte o tempo, retornando à infância quando está prestes a morrer.

De acordo com um relatório compilado pela revista científica IFL Science, criaturas que desafiam os limites da adaptação biológica vivem em regiões particularmente frias e pouco exploradas do planeta. Essas criaturas oferecem à humanidade uma perspectiva única sobre os segredos da longevidade.
Águas frias oferecem um dos ambientes mais favoráveis para um metabolismo lento e, portanto, uma vida longa.
Tubarão da Groenlândia (400 anos): Este tubarão misterioso, que vive nas águas frias do Ártico, detém o título de vertebrado com maior longevidade conhecido, com uma expectativa de vida de até 400 anos.
Ostra Quahog (507 anos): Esta ostra, que esconde um segredo incrível por trás de sua aparência simples, pode viver centenas de anos. A ostra Quahog mais antiga registrada tinha 507 anos, tornando-se o animal não colonial mais antigo conhecido.
Água-viva "Imortal" (Turritopsis dohrnii): Considerada biologicamente "imortal", esta minúscula água-viva, do tamanho de uma unha, pode retornar ao seu estágio de pólipo (infância) quando velha ou danificada. Teoricamente, ela pode viver indefinidamente, a menos que seja devorada por um predador.
Esponja de vidro (mais de 2.300 anos): Descoberta em 2015 na costa do Havaí, a uma profundidade de mais de 2.000 metros, a esponja de vidro gigante é um organismo colonial. Estima-se que essas criaturas de crescimento extremamente lento vivam por mais de 2.300 anos, o que as torna um dos organismos com vida mais longa do planeta.
O epítome da paciência em terra: Jonathan, a tartaruga giganteA longevidade não se limita aos mares. O animal terrestre vivo mais velho pertence a uma tartaruga gigante de Aldabra, chamada Jonathan, das Seicheles. Com mais de 190 anos, Jonathan conquistou seu lugar no Guinness World Records. Especialistas acreditam que sua verdadeira idade pode ser muito maior do que os registros oficiais.
Essas criaturas extraordinárias demonstram mais uma vez o quão diversa e fascinante a vida pode ser, demonstrando que a longevidade extrema pode ser exclusiva não apenas de animais individuais, mas também de organismos que vivem em colônias.
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